sexta-feira, 30 de setembro de 2011

CREF4/SP FISCALIZA COPA COCA-COLA

Entre 27 de agosto e 10 de setembro, o CREF4/SP efetuou intensa fiscalização às atividades da Copa Coca-Cola de futebol. A fiscalização teve como principal intuito a verificação de registro dos Profissionais de Educação Física que atuavam como técnicos das equipes.
A fiscalização encontrou pessoas que atuavam como técnicos sem ter graduação, nem registro profissional para exercer tal atividade.  Dos 13 núcleos de competição fiscalizados, em apenas um não foi encontrada qualquer irregularidade. Houve vários encaminhamentos ao Ministério Público, e técnicos que não puderam entrar em campo.
Além disso, os agentes de fiscalização e orientação do Conselho Regional encontraram, em alguns desses núcleos, forte resistência de representantes da organização do evento, que tentaram tumultuar o esforço de fiscalização. Em um núcleo de Ribeirão Preto, o agente do CREF4/SP foi totalmente impedido de exercer o seu trabalho pelo comitê dirigente, o que motivou registro de Boletim de Ocorrência por infração administrativa.
A ação foi realizada porque a Coca-Cola Industrias Ltda. não atendeu à solicitação do CONFEF a respeito da atuação dos profissionais de acordo com a legislação pertinente. Desconsiderando a legislação, a empresa alegou, erroneamente, que a Copa não estaria sob a tutela do Conselho por ser uma competição não profissional. 
Fonte:Boletim Eletrônico CONFEF boletim02@listasconfef.org.br
CONFEF: http://www.confef.org.br/

sábado, 10 de setembro de 2011

BASQUETE BRAZUCA, NAS OLIMPIADAS DE LONDRES 2012

Emoção, esta é a palavra para descrever o que foi este jogo entre Brasil e República Dominicana, no Pré Olimpico de Basquete. Nem nas classificações da seleção de futebol, para as copas eu tinha me emocionado (chorei) como hoje. Deve ser pelo fato, do basquete fazer parte do grupo de esportes amadores, onde os atletas se superam, alcançam limites em busca de um ideal. Essa seleção de basquete é com certeza um grupo unido, onde não há lugar para vaidades. O nosso treinador de origem argentina, é considerado disciplinador (Que para mim, é assim que deve ser), porém ele é justo. Tenham certeza, que ele não irá chamar os mascarados, isso mesmo mascarados Nenê e Leandrinho, que rejeitaram a nossa seleção por várias vezes e não colaboraram com estes atletas que deram o sangue na quadra, para levar nosso país de volta as olimpiadas. Só quem curte este esporte, sabe o que significa essa classificação, ver a nossa seleção disputar o campeonato contra os melhores do mundo. Se vamos trazer medalhas isto é uma outra história, mas, tenho certeza que vamos dar trabalho. No mundial do ano passado, perdemos por um ponto de diferença para os E.U.A., e se a Argentina conseguiu ser campeã com uma equipe competitiva e com vontade isto mostra, que o sonho do ouro olimpico não é utopia, porque estas mesmas qualidades nossos jogadores demonstraram, neste torneio e temos um trunfo nosso treinador, Rubén Magnano técnico campeão olimpico de 2004.
Os nomes a seguir, ficarão marcados na história do basquete brazuca: Marcelinho Huertas, Alex, Marquinhos, Giovannoni, Splitter, Marcelinho Machado, Hettsheimeir, Benite, Luz, Augusto, Nezinho e Caio Torres.

Londres aí vamos nós !


Foto: Agência AFP - Site Globoesporte.com 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

DIA DA INDEPENDÊNCIA, DO BASQUETE BRASILEIRO


Em uma noite de total dedicação, a nossa seleção de basquete venceu um de seus maiores rivais no esporte, a Argentina. Algo que aconteceu no distante ano de 1995, no Pré-Olímpico de Neuquén, ainda com Oscar Schmidt.
A seleção ficou atrás no placar, apenas no 2º quarto de partida e demonstrou segurança, mesmo nos momentos de empolgação da seleção Argentina. A torcida argentina fez um show a parte, quando via o Brasil abrindo vantagem e a cada lance de reação, vibrava com sua esquadra e em alguns momentos nos levava a rivalidade dos gramados. Mas, o placar final mostrou o que foi o jogo lance a lance 73 a 71, onde o cestinha foi Scola com 24 pontos.
Nesta partida podemos conhecer, uma revelação o pivô Rafael Hettsheimeir que foi o nome do jogo, e colocou o argentino Scola no seu devido lugar, apesar do mesmo ter sido o cestinha do jogo.
Mostraram também, que não dependem das “estrelas” da NBA, como Nenê e Leandrinho que para falar a verdade, não passam de coadjuvantes na liga norte americana.
O Brasil tem um caminho longo e difícil neste pré-olimpico, para conquistar a vaga para Londres mas, valeu para mostrar que um dos nossos esportes mais populares, está renascendo e também para dar moral e confiança, para a equipe nas próximas partidas.
Vamos continuar torcendo pelos nossos atletas, para levarem a nossa seleção de volta a uma olimpíada.



















Foto Agência EFE, copiada do Globoesporte.com